KATSEYE – Wild Hearts

Acabei de sair da sala do cinema depois de assistir o filme Wild Hearts do KATSEYE! Entrei sem muita expectativa de shows e muita música. Na sinopse eles disseram que ia ser uma visão de bastidores da carreira do grupo.

E vi um filme super autêntico, mostrando meninas descobrindo a fama. Elas criam algo juntas com a empresa por trás e começam todo um fandom e uma carreira. Não assisti ainda o reality show onde o grupo foi formado. Passaram um pouco da seleção final das integrantes no meio do filme.

Eles mostraram os ensaios e como as coreografias foram montadas e criadas em algumas partes. Mostraram também como as integrantes estavam antes do primeiro show e dos shows mais importantes. E do show mais recente da época da gravação também. Entre os mais importantes, o Coachella e o Lollapalooza nos EUA.

Também foi muito legal ver as meninas trocando de look pros clipes mais recentes. Experimentando roupas diferentes e principalmente perucas diferentes! Sou muito fã de perucas e me senti super representada vendo isso! 💖 Outra parte que eu adorei foi ver elas fazendo crossdressing de homens de terno no clipe de Animal.

Pra mim foi um prato bem cheio pra conhecer como é um pouco da vida de idol pop. Elas moraram juntas por um tempo, isso é bem comum pros grupos de kpop. As empresas fazem isso pra criar entrosamento entre os integrantes.

Aprendi que o KATSEYE, assim como o Santos Bravos e o XG, é definido como global pop. A HYBE fez parceria com gravadoras pra produzir os grupos e tem toda uma estrutura enorme atrás disso. O XG foi produzido por outra companhia.

Foi muito bacana ver uma das integrantes, a Lara, colaborando na produção das músicas e apresentando as ideias dela. Uma das colaborações resultou na UNLOVEU. A música ainda não foi lançada até a publicação deste post. Atualizo aqui se o nome mudar. Ela já virou minha bias no grupo por isso!

Gostei muito também da maneira como ela se expressou nas entrevistas do filme, e achei ela a mais carismática delas! A presença dela é bem marcante. E pra mim é a mais bonita também, até por ela e a Manon serem as meninas negras do grupo. Ver mulheres não-asiáticas e especialmente negras nesse espaço traz muita representatividade. Não é exatamente meu local de fala porque sou branca, mas achei legal isso.

A sala estava cheia de meninas pré-adolescentes. Elas esperavam algo como os shows no cinema do BTS e do Stray Kids. E não foi isso que aconteceu.

No início gritamos animadas quando as integrantes apareceram. Eu queria essa energia de fandom reunido e comemorando, batendo palmas… Dançamos juntas com as coreografias e as músicas na cadeira da sala de cinema pelo menos! Vi os pais levando as filhas lá apenas acompanhando.

No lado pessoal, foi muito legal viver esse filme junto com as meninas mais novas. Me senti voltando no início da minha pré-adolescência. Só curtindo aquele momento juntas no cinema, todas nós fãs de alguma coisa em comum. Era o que eu sempre quis fazer mas não pude quando tinha essa idade.

Entrei sozinha, sem nenhuma amiga, na sala de cinema, sem muita ideia nem tanta expectativa. Só conhecia as músicas mais famosas como Gnarly, Touch e Gabriela. Tive uma colega de trabalho que era super fã do KATSEYE, praticamente EYEKON de carteirinha. E saí querendo me juntar já ao fandom! Mais um pra minha coleção que só cresce! 💖

Deixe uma resposta

Descubra mais sobre Miriam Valentim de Oliveira

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continuar lendo